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O Carro e o clima: Chuvas danificando o seu veículo

Seja no verão ou no inverno, em Belém, e no Pará, chove o ano todo. A Amazônia é uma região extremamente húmida, cheia de lençóis de água por debaixo de nossos pés, o que costuma ser um problema para a manutenção da qualidade do nosso asfalto – sem  falar na temperatura, que varia do calor para o frio diversas vezes ao longo de um dia.

O resultado aparece nos alagamentos de alguns trechos da cidade, principalmente nas épocas mais chuvosas. Mesmo com constantes esforços da prefeitura e do governo em remediar a situação, essas pequenas enchentes são inevitáveis no nosso dia a dia, e precisamos saber como lidar com elas e cuidar para que nossos carros não sofram tantos danos que isto pode nos causar.

Além dos já conhecidos riscos a segurança, como a aquaplanagem em áreas alagadas, existem problemas que a chuva pode causar ao motor do carro, mesmo muito depois do alagamento. Apesar de passar por uma enchente com o carro funcionando, não se tem a garantia de que o carro não tenha sofrido algum tipo de dano. O dono do carro deve ficar de olho, atento ao comportamento do carro algum tempo depois de passar por um trecho alagado, pois até 5 mil quilômetros depois da situação o carro ainda pode apresentar problemas provocados pela água em diversos de seus componentes.

Alguns dos problemas a serem percebidos:

1 – Barulhos diferentes no motor – são o jeito mais fácil de perceber algum estrago que possa ter sido provocado pela água;

2 – Verificação da textura do óleo – se apresentar aparência similar a de maionese, indica a provável entrada de água no sistema;

3 – Verificação da parte de baixo do carro – a fim de descobrir se com a enchente não foram arrastados algum tipo de lixo ou objetos que possam atrapalhar o funcionamento comum;

4 – Correias ressecadas devem ser verificadas – podem apresentar ruídos e perigo de rompimento;

5 – Perda da aderência da correia auxiliar durante a travessia do trecho alagado – podendo não tracionar bem e dificultar o funcionamento normal da direção hidráulica e do motor, devido a tensão do alternador. Costuma ser algo temporário e se normaliza em alguns minutos com a secagem da correia auxiliar;

6 – Verificação de componentes elétricos – com o excesso de água, existe sempre a possibilidade de que, molhando algum componente elétrico, ocorra um curto-circuito, podendo provocar a queima dos mesmos. Normalmente são componentes bem vedados, mas um cuidado a mais não faz mal;

7 – Filtro de ar – Pode apresentar folhas ou barro, indicando que a água pode ter entrado no sistema. A solução mais imediata é enxugar o filtro e eventualmente fazer a troca da peça, garantindo o seu bom funcionamento;

8 – Água na embreagem – pode fazer a embreagem patinar por algum tempo, pois alguns câmbios apresentam uma janela perto da embreagem que pode permitir a entrada de água. Costuma voltar ao normal com a secagem do sistema depois de algum tempo;

9 – Verificação de acumulo de água em partes diversas – cantos, contornos da carroceria e etc, podem acumular água que pode provocar a corrosão da lataria se não for retirada.

Esperamos que tenham gostado da nossa segunda postagem da série “O Carro e o clima”, onde falamos sobre dicas de como cuidar melhor do seu carro em climas peculiares como o da nossa região.

Se você gostou, compartilhe com seus amigos ou me siga no twitter (www.twitter.com/pereirinhaPAP) e acompanhe outras dicas e novidades do mundo automobilístico.

 
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Publicado por em 25 agosto, 2011 em Manutenção

 

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O Carro e o clima: Como o calor pode afetar seu veículo

Belém, e o Pará, em linhas gerais, fazem parte de uma região muito quente e húmida se comparada com todo o resto do mundo. Isso pode trazer muitas peculiaridades aos cuidados que devemos tomar com nossos carros, afinal só aqui chove e faz durante o ano todo. Esse primeiro post fala sobre cuidados com o carro no calor.

O calor e o sol podem trazer sérios danos ao automóvel, principalmente se o automóvel for submetido a muita exposição ao sol.  A incidência dos raios ultravioletas sobre a lataria provoca manchas esbranquiçadas e queimaduras na pintura. Mas além disso, O clima quente causa um deterioramento mais acelerado dos bancos e partes plásticas. Os carros de core escuras sofrem mais por reterem mais calor, enquanto que os de cores claras refletem a luz de volta para o ambiente em vez de convertê-la em calor. Como o verniz da pintura não é o suficiente para proteger o veículo, a pintura tende a desbotar.

As partes plásticas do carro também estão sujeitas a danos devido ao excesso de exposição ao sol. Um painel, por exemplo, se exposto a uma temperatura de 35 graus centigrados do sol, pode chegar a acumular um calor de até 68 graus centigrados em sua superfície. Com as partes externas não é diferente: pára-choques, puxadores e outras partes expostas aos raios solares tendem a ressecar e ficar opacas, em alguns casos podendo trincar.

Nos assentos, o sol pode causar a queima dos tecidos dos bancos.

Soluções:

Polir a pintura após a lavagem ajuda a proteger o carro dos efeitos  nocivos dos raios ultravioleta, já que não dá pra fugir do sol o tempo inteiro. A revitalização é uma solução mais eficiente indicada para carros que já apresentem perda de cor, onde são usados produtos que removem a oxidação, imperfeições e manchas provocadas pelo excesso de exposição ao sol. É o polimento acrílico que da revitalização que vai garantir a proteção que seu carango precisa contra o sol, e ainda vai proporcionar um brilho intenso. Esse processo pode remover o queimado da pintura sem atingir o verniz do carro e tem uma durabilidade de seis meses.

Para conservar a parte plástica interna e externa do seu carro, use produtos de maior durabilidade e resistentes a água apropriados para tal esse tipo de problema. Os do painel não devem apresentar cheiro e ser de fácil absorção.

Quanto aos assentos, a lavagem pode tirar a sujeira acumulada e a impermeabilização forma uma capa protetora, evitando que os raios solares penetrem no tecido, sem falar que protege de ácaros e manchas de líquidos. Para mantê-la com eficiência é necessária a aspiração dos bancos do carro com frequência de ao menos uma vez por mês.

Espero que tenham gostado das dicas. Na próxima postagem vocês poderão conferir minhas dicas sobre cuidados com o carro nas enchentes e chuvas torrenciais.

 
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Publicado por em 23 agosto, 2011 em Manutenção

 

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Tipos de Câmbio – O Câmbio Automático

Continuando nossa série sobre os tipos de câmbios existentes no mercado, hoje falaremos sobre os benefícios, dúvidas, manutenção e alguns modelos de câmbios automáticos.

O câmbio automático é um sistema de troca de marchas automatizado realizado pelo sistema de transmissão do automóvel, que detecta a relação entre a velocidade (km/h) e a rotação do motor (rpm) para decidir pela troca automática da marcha, desta forma o sistema se propõe a manter a rotação do motor quase constante e o câmbio automaticamente faz a troca das marchas. Nos sistemas modernos com câmbio automático a troca das marchas está quase imperceptível ao motorista.

Com a popularização dos carros automáticos (hoje em dia existem alguns modelos do Palio que possuem câmbio Dualogic), é comum que os brasileiros, ainda não acostumados a esse tipo de transmissão, olhem com uma certa desconfiança para esses modelos.

Fazer manutenção num sistema de transmissão automático custa mais caro, principalmente nos modelos mais antigos. Um indício disso é o alto custo dos carros novos com esse tipo de transmissão. Além disso, não há muitos mecânicos (ainda) preparados para lidar com esse tipo de transmissão. Só que, com a popularização desse tipo de transmissão, o preço tende a cair. Porém, um sistema de transmissão automático costuma durar mais que um sistema manual. Bem mais. A manutenção só é recomendada quando o veículo chegar a 200.000km ou mais, isso incluindo a suposta “embreagem” do sistema automático, o conversor de torque. Todo o sistema acaba sofrendo menos desgaste, até porque estragos relacionados a mau uso ficam muito limitados. Dificilmente há troca de marchas errada. Só fique atento ao que diz seu manual, a troca do óleo e do filtro devem ser feitas nos prazos.

Outro ponto a ser esclarecido sobre o câmbio automático é que de fato ele possui um pouco mais de consumo de combustível, principalmente se o veículo for antigo, bem como seu desempenho também pode ser um pouco menor.

Abaixo alguns veículos que possuem o sistema de câmbio automático:

 
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Publicado por em 17 fevereiro, 2011 em Carros

 

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As vantagens do uso do GPS

Com a busca pelo conforto e pela praticidade ele deixou de ser apenas um acessório supérfluo. Estamos falando do GPS (sigla em inglês que significa Sistema de Posicionamento Global), que possui diversos serviços como indicação de trajetos mais rápidos para chegar ao seu local de origem e localização de veículos a distância, entre outros.

Com ele, as viagens de carro que você sempre adiava  por desconhecer o caminho ou por recear perder-se pelo meio dos outros carros, deixaram de fazer sentido. Basta que você introduza o local de destino, que o GPS faz todo o trabalho por si. O GPS do carro dá-lhe todas as indicações nos mínimos detalhes e até lhe fornece alternativas para evitar os locais de maior tráfego. Alguns até avisam quando algum radar estiver próximo.

Muitas são as vantagens, principalmente pelo aspecto segurança, sem contar na comodidade e conforto.

Além de não ter mais que parar o carro para perguntar a estranhos esta ou aquela informação, você também não se distrai olhando mapas e guias da cidade. E mesmo que você saia da rota inicial, ele calcula uma nova rota automaticamente para você.

Outra vantagem é que o navegador de GPS, não requer custo com mensalidades, basta adquirir o equipamento e pronto!

É importante também ressaltar que a tecnololgia de navegadores GPS no Brasil está em franca expansão, e a maioria dos sistemas de GPS disponíveis no mercado, estão a cada dia incluindo novas cidades em seus mapas, e disponibilizam atualizações via Internet gratuitamente.

Outro ponto importante ressaltar é quanto ao posicionamento do GPS dentro do carro. O vídeo abaixo fala justamente sobre qual a posição mais correta para utilizar o GPS no carro:

Existem também diversos modelos de GPS, um para cada estilo como mostra esse site que fez um ranking com os melhores GPS’s para carro (ver site).

 
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Publicado por em 7 fevereiro, 2011 em Outros

 

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Manutenção Preventiva

É de conhecimento geral que todos nós devemos zelar pelo que é nosso, não é mesmo? Com o carro não seria diferente.

Todo condutor deve cuidar bem do seu veículo, fazendo revisões periódicas numa oficina de sua confiança. Assim, o carro nunca vai deixá-lo na mão, impedindo que você atenda a seus compromissos e, principalmente, garantindo a sua segurança e de quem anda com você.

Além das péssimas condições das vias e do fluxo de veículos, nossa cidade sofre com o problema das chuvas intensas e dos alagamentos. E fatores como este expõe o seu veículo a condições severas. Isso porque ele funciona a maior parte do tempo numa temperatura acima do normal, provocando um superaquecimento. Em casos extremos, o motor pode até fundir. Se no painel marcar que a temperatura está acima da metade, pare o carro imediatamente.

Fazer a manutenção do veículo não significa apenas que você deve ir à oficina periodicamente. Existem algumas tarefas super práticas e que você pode fazê-las sozinho e em casa mesmo, como verificar o óleo do motor e a pressão dos pneus, entre outras. O mais vantajoso é que além de ajudar a manter em dia o veículo, essas tarefas também reduzem a possibilidade de problemas futuros.

As revisões são a melhor maneira de manter o veículo seguro e em boas condições de uso. O manual do fabricante do veículo dá dicas e recomendações que você será esperto se segui-las. E não importa a idade do seu veículo!  Mas, como é você quem conhece as condições em que seu veículo é exposto, fique atento a qualquer sinal diferente e leve seu veículo numa oficina de sua confiança.

É importante também que você tenha um check list dos itens que serão necessários revisar, assim como para verificar o tempo que este mesmo item já foi verificado.

Portanto disponibilizaremos para você um Check list completo dos itens de revisão de um carro, onde você pode baixar e utilizar a vontade!

 
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Publicado por em 1 fevereiro, 2011 em Manutenção

 

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Aquaplanagem: Como proceder?

Com o aumento das chuvas na cidade devido ao próprio período delas, é muito comum os motoristas encontrarem diversos problemas por causa das ruas alagadas e das pistas molhadas.

Talvez o fenômeno mais comum neste período chuvoso é o da aquaplanagem, que consiste no deslizamento do carro sobre uma poça d’água nas estradas e vias, como se estivesse “esquiando”. De início a água freia o veículo, o que pode alterar o rumo de direção se um lado aquaplanar antes do outro; depois, a tendência é isolar os pneus do solo, retirando do motorista a capacidade de frear, acelerar ou fazer curvas. Mais frequente em altas velocidades, ele pode ocorrer mesmo devagar se os pneus estiverem “carecas” ou com sulcos pouco profundos.

Apesar de dirigir com todo o cuidado, seguir a sinalização e prestar atenção, o motorista está sujeito a surpresas todo o tempo do trajeto. Imprevistos podem acontecer, por isso é preciso reagir com rapidez e com calma em uma situação como essa. Como neste vídeo que mostra os perigos de dirigir em pista molhada.

Quando este fênomeno ocorrer, deve-se manter a direção firme e evitar freadas ou mudanças bruscas no volante, apenas tire o pé do acelerador e logo você sentirá a direção voltar ao seu controle. Pneus lisos ou de meia-vida tendem a aumentar os efeitos da aquaplanagem, devido á quase ausência de sulcos, os  quais servem justamente para escoar a água na banda de rodagem.

Por isso aqui vão algumas recomendações que você pode verificar para evitar qualquer transtorno quando estiver dirigindo em aquaplanagem:

– Mantenha os pneus sempre calibrados: a pressão insuficiente tende a fechar os sulcos e dificultar o escoamento da água;

– Observe pelos retrovisores as marcas deixadas no asfalto. Se elas desaparecerem a aquaplanagem está próxima;

– Procure rodar sobre as marcas deixadas pelos carros à frente, aproveitando a “limpeza” de água promovida por eles;

– Evite freadas bruscas e/ou dirigir em alta velocidade quando estiver chovendo. Apenas tire o pé do acelerador e espere o comando do volante voltar para então, se necessário, frear suavemente.

 
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Publicado por em 19 janeiro, 2011 em Outros

 

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Ar-condicionado: Dicas e cuidados para seu bom funcionamento.

Como vivemos em um país de clima bem quente, na sua maior parte, todo mundo gosta do conforto que ele proporciona, tanto na cidade quanto na estrada. E na cidade onde vivemos ele é indispensável para muitos motoristas. Porém temos que saber utilizar nosso ar-condicionado corretamente, tanto para aumentar sua durabilidade quanto para que ele nos beneficie o máximo.

Por isso daremos algumas dicas a partir de algumas perguntas recorrentes pra você cuidar corretamente do ar-condicionado do seu carro e ainda mantê-lo em bom funcionamento.

Como fazer para que o ar-condicionado do meu carro sempre funcione corretamente?

O ar-condicionado deve ser ligado pelo menos uma vez por semana, para que ele se mantenha em boa forma. É isso mesmo, ele funciona bem se sempre for ligado. Sistemas de ar-condicionado automotivo que ficam muito tempo desligados, tendem a perder o gás refrigerante, fato que acontece em muitos carros usados já com vários anos de idade.

Como usar o ar-condicionado ao chegar no carro, que ficou parado um bom tempo debaixo da luz do sol, e está fervendo?

Primeiro abra bem as portas e os vidros do carro. Espere alguns segundos. Feche as portas, ligue o carro e saia, com os vidros ainda abertos. Com isso, todo o calor vai sair. Ligue o ar-condicionado. Pode ser no máximo, não tem problema. Direcione as saídas de ar para cima, assim o ar frio irá cair e resfriar uma área maior. Não deixe o ar recirculando, pois o ar-condicionado vai acabar usando ar quente para funcionar. Deixe que o ar mais fresco de fora entre. Quando perceber uma melhora, aí sim feche os vidros.

Devo usar o ar-condicionado somente em dias muito quentes?

Não necessariamente. Quando você está na estrada por exemplo, e o dia está com clima mediano, pode usar o ar-condicionado tranquilamente, na temperatura média, pois ele vai manter a sensação de conforto. Se você o desligar, vai sentir um ar abafado. O único porém é o aumento de consumo.

Na estrada vale mais a pena andar com o ar-condicionado ligado ou com os vidros abertos?

O aumento de consumo na estrada é equivalente. Tanto faz se você andar com os vidros abertos ou com o ar-condicionado ligado. Isso porque os vidros abertos produzem um arrasto aerodinâmico muito grande. Aí, não precisa nem pensar, o ar-condicionado é a melhor opção!

Como tenho que fazer a manutenção do sistema do ar-condicionado?

A cada seis meses você pode procurar uma empresa especializada para verificar as mangueiras, a pressão do gás, e também o filtro de partículas, que quanto está muito sujo, mais atrapalha do que ajuda.

 
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Publicado por em 12 janeiro, 2011 em Manutenção

 

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